sábado, 22 de abril de 2017

Náuas Combat quer internacionalizar marca; 7ª edição terá título em jogo

Organização do evento anuncia edição com lutas internacionais em agosto. 7ª edição, no dia 6 de maio, terá lutador do UFC como árbitro e disputa de cinturão no inter

A organização do Náuas Combat, principal evento de MMA do Acre, anunciou nesta quinta-feira (20), na academia Juruá Center Fitness, na cidade de Cruzeiro do Sul, a 648km de Rio Branco, anunciou a data da oitava edição do evento, dia 05 de agosto, que terá a participação de lutadores de países vizinhos. Na oportunidade, o organizador Márcio Morais confirmou a presença do lutador do UFC, Serginho Morais na edição sete, que será realizada no dia 6 de maio, Ginásio Jáder Machado, em Cruzeiro do Sul. O evento terá como luta principal a disputa pelo cinturão, que pertence ao cruzeirense Marcos Silva, diante do lutador Alisson, de Rio Branco.


- Teremos cinco lutas de atletas locais com atletas de outras cidades (na sétima edição). Teremos lutas de atletas experientes, mas teremos alguns iniciantes como é o caso de Paulo Preto 2, Diabo da Tasmânia, Erisson do Miritizal e Jean. Teremos novidades para a oitava edição, que acontece em agosto. Terá o maior card do estado com 10 lutas. Teremos lutas com lutadores do Chile e Peru. Vamos internacionalizar nosso evento - destaca.
Marcio Morais acredita que a presença de um lutador do UFC pode dar visibilidade aos atletas locais.
- Nossa ideia, trazendo o Serginho para nosso evento, é dar visibilidade aos atletas locais. Ele vai apitar a luta principal do card. Com ele presente, atletas como Marcos Silva, Marcelo Silva e Paulo Preto 2 podem ganhar mais mídia e evoluírem em suas carreiras. No mesmo dia, pela tarde, ele vai ministrar um seminário na Academia Corpo Equilibrium, do Professor Zifa. O seminário é aberto a todas as pessoas que tenham interesse em artes maciais. A presença dele engrandece nosso evento e incentiva nossos atletas - afirma.
Marcos Silva, atual campeão do Náuas Combat, e Márcio Morais, organizador (Foto: Adelcimar Carvalho)Marcos Silva, atual campeão do Náuas Combat, e Márcio Morais, organizador (Foto: Adelcimar Carvalho)
Atual detentor do cinturão do Náuas Combat, Marcos Silva vai colocar o título em disputa pela primeira vez e espera continuar com ele ao fim do combate.
- É uma experiência diferente. Será a primeira vez que colocarei meu cinturão em disputa. Vou tentar fazer uma boa luta para continuar com o cinturão. Tenho treinado forte, pois tenho como lema: treinamento duro, luta fácil. Espero dar meu melhor para continuar conquistando meu objetivo, que é crescer no MMA, e quem sabe um dia viver como lutador profissional - diz.
A sétima edição do Náuas Combat, no dia 6 de maio, será a partir das 20h, no Ginásio Jáder Machado, em Cruzeiro do Sul. Ingressos antecipados podem ser adquiridos no Supermercado Cameli e na academia Juruá Center Fitness. Ao todo, a premiação está estimada em R$ 13 mil.
Confira os duelos:
Boxe
Elisson do Miritizal x Jean
Diabo da Tasmânia x Júnior Caboclo

MMA
Card preliminar
Paulo Preto 2 x Marcelo Silva (Tarauacá)
Dony Jeyson x Ivo Dias (Rio Branco)
Francisco Barreto (Rio Branco) x Marcelo Souza

Luta principal
Marcos Silva x Alisson (Rio Branco)

Kick Boxing
Guto Barreiros x Lourival Neto (Rio Branco) 


Por Cruzeiro do Sul, AC

quarta-feira, 29 de março de 2017

Secretaria de Saúde de Cruzeiro do Sul só emite 2ª via de carteira de vacinação com apresentação de BO


Maria Rosita Xavier, de 39 anos, teve de comparecer à Delegacia Geral de Polícia Civil de Cruzeiro do Sul na manhã desta quarta-feira, 29, para registrar a perda da carteira de vacinação dos filhos Mateus e Lucas. Poucos antes, em busca do documento para renovar o benefício do Bolsa Família, ela foi informada em um posto de saúde do município que a segunda via da carteira só seria emitida ante a apresentação do boletim de ocorrência.
Sem efetivo suficiente para atender à demanda da população, agentes de Polícia Civil reclamam da medida. “Temos poucos servidores para atender o público, e essa exigência é mais um acúmulo de função”, disse um policial que pediu para não ter o nome divulgado.
Procurado, o secretário adjunto de Saúde do município, Júlio Martins, informou à reportagem que a exigência partiu da Polícia Federal. “Eu era o titular da Saúde na época em que fomos chamados pelo delegado da PF e ele nos orientou a exigir o boletim de ocorrência como quesito obrigatório à emissão da segunda via das carteiras de vacinação e de gestante. Trata-se de um documento como outro qualquer”, justificou.
Segundo o secretário adjunto, na época em que houve a reunião com o representante da Polícia Federal, a órgão investigava o uso indevido de carteiras de gestante para recebimento ilegal de benefícios.

Archibaldo Antunes

sexta-feira, 24 de março de 2017

Como um chiclete ajudou a levar para a cadeia um assassino livre há 35 anos

Descoberta só foi possível graças aos avanços científicos que permitem, atualmente, determinar o DNA de uma pessoa anos depois.



Um chiclete. Essa foi a chave para solucionar um assassinato que ocorreu há mais de 35 anos na Inglaterra.
O ano era 1981. No Chile, o general Augusto Pinochet se autoproclamava presidente da República. Nos Estados Unidos, o então presidente Ronald Reagan era vítima de uma tentativa de assassinato. A MTV, primeiro canal de televisão a exibir clipes de música 24 horas por dia, entrava no ar. No Brasil, o Flamengo se sagrava campeão mundial interclubes ao bater o Liverpool por 3 a 0.
E uma mulher chamada Nova Welsh, de 24 anos, que morava em Birmingham, ao norte da Inglaterra, desaparecia.
Seu corpo foi achado dentro de um armário, em sua própria casa, três semanas depois.
Acredita-se que Welsh foi morta na madrugada do dia 27 de julho daquele ano.
De acordo com a autópsia, a causa da morte foi estrangulamento.
Mas os anos se passaram e a polícia não conseguia descobrir o culpado... até agosto do ano passado.

Chiclete marrom

A descoberta só foi possível graças aos avanços científicos que permitem, atualmente, determinar o DNA de uma pessoa anos depois e em circunstâncias insólitas.
Ao tentar esconder o corpo de Welsh no armário, o assassino quebrou a fechadura. E, como não conseguia fechar a porta, resolveu recorrer ao chiclete que estava mascando para tal.
Com o passar do tempo, o chiclete mudou de cor - ficou marrom e empoeirada.
Apesar disso, os investigadores encontraram, nele, o DNA do assassino.

Quem é o assassino?


Quem matou Welsh foi Osmond Bell, ex-companheiro da vítima e pai de seus dois filhos, que na época tinham menos de seis anos.
Os investigadores também descobriram o que consideram uma probabilidade de "um em um bilhão".
Trata-se do DNA de Bell em uma carta anônima, enviada logo após o crime, culpando outra pessoa, para tentar eliminar as suspeitas que poderiam existir sobre o seu envolvimento no assassinato.
Bell, que hoje tem 60 anos, foi condenado a 12 anos de prisão após um julgamento em Birmingham.
No julgamento, que acaba de ser concluído, o juiz Patrick Thomas afirmou que o assassinato foi motivado pelo ciúme de Bell.

g1

quinta-feira, 9 de março de 2017

Advogado tem calças queimadas enquanto defendia suspeito de provocar incêndio nos EUA

Bateria de cigarro eletrônico começou a soltar fumaça das calças de Stephen Gutiérrez em tribunal de Miami durante audiência. Advogado correu ao banheiro para jogar água no aparelho, que foi retido para investigação.


Um advogado de Miami teve que deixar rapidamente o tribunal no qual defendia um homem acusado de ter provocado um incêndio depois que começou a sair fumaça de suas calças, informaram nesta quinta-feira veículos de comunicação locais.
O advogado Stephen Gutiérrez, de 28 anos, explicou em seu retorno à sala que a fumaça procedia de um cigarro eletrônico que levava em um bolso da calça e que não se tratou de algo "preparado" para reforçar a defesa de seu cliente.
O incidente ocorreu justamente quando o advogado estava tentando convencer o júri que o automóvel de seu cliente, Claudy Charles, de 48 anos, tinha pegado fogo de forma espontânea, segundo disseram ao jornal "Miami Herald" algumas testemunhas dos fatos.
Gutiérrez foi até um banheiro do tribunal e jogou água na bateria do cigarro eletrônico para evitar que explodisse.
"Eu percebi que o calor se intensificou e abandonei a corte o mais rápido que pude, diretamente para o banheiro", relatou o advogado em uma declaração.
Gutiérrez disse que não foi algo preparado, mas, segundo a emissora de notícias "NBC 6", a polícia e a procuradoria estão investigando o incidente.
A bateria do cigarro eletrônico ficou em poder da Justiça para o caso de o juiz Michael Hanzman decidir declarar o jovem advogado em desacato.

G1 Mundo.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Desempregado descobre ser sócio de 5 empresas e ter dívida de milionária

Ele tem dívida de R$ 40 milhões em multas e impostos só em uma empresa.
Clebson descobriu caso ao não conseguir receber seguro-desemprego

Um tecelão desempregado, que mora em Campina Grande, no Agreste da Paraíba, descobriu que teve o próprio nome registrado como sócio de cinco empresas diferentes no Nordeste e teria uma dívida de R$ 40 milhões com o fisco. Por causa disso, Clebson Cavalcante não conseguiu dar entrada no seguro-desemprego.
Para o Ministério Público, ele foi vítima de um esquema de sonegação de impostos. O tecelão registrou um boletim de ocorrência e o caso está sendo investigado pela Polícia Civil.


Pelo cadastro da Receita Federal, Clebson é sócio de duas empresas em Queimadas e Campina Grande, na Paraíba; duas em Itambé e Timbaúba, em Pernambuco; e uma em Currais Novos, no Rio Grande do Norte. Todas são do ramo de distribuição de bebidas e alimentos.

Clebson se viu impedido de receber o seguro-desemprego e endividado. Só a empresa da qual ele seria sócio em Campina Grande tem um débito de R$ 40 milhões em multas e impostos.
"Eu nunca pensei que ia passar por isso na minha vida. Mas a gente nunca espera e acontece", lamenta o tecelão.


Sem trabalho e sem poder receber o seguro-desemprego, o tecelão estava sem dinheiro para pagar o aluguel da casa onde morava com a mulher e teve que voltar a morar com a mãe e o irmão. A esposa dele foi para a casa dos pais. "Está difícil porque estou separado da minha mulher também. A pessoa, quando quer casar, quer morar junto", comenta.

Fraude

Na Paraíba, são duas empresas. A primeira, a Varejão Dois Amigos Cestas Básicas Ltda., em Queimadas, está registrada em um endereço onde funciona um escritório de advocacia. A segunda é a distribuidora Atacadão de Bebidas Queiroz Ltda., que funciona em um depósito no bairro Estação Velha, em Campina Grande.

O promotor de Justiça de Crimes contra a Ordem Tributária, Romualdo Tadeu Dias, acredita que Clebson não tenha nenhuma relação com esses empreendimentos. "Ele nos informou que não conhecia as empresas, o seu domicílio tributário e, principalmente, apresentamos para ele os contratos sociais e ele não conhecia a assinatura dele", conta.

Para o promotor, Clebson foi vítima de um esquema de sonegação de impostos. "Alguém deve ter tido acesso à documentação dele, ter aberto essa empresa e fraudado o Fisco e, assim, também o nosso estado. O sonegador não dorme. Ele passa a vida procurando formas de burlar a Receita Estadual para ter aquele dinheiro fácil. Então, ele usa sempre outras pessoas, laranjas, para se locupletarem. O caso de Clebson não foi diferente", diz o promotor Romualdo Dias.


Respostas
A reportagem entrou em contato com o dono da empresa sediada em Campina Grande. Ele não quis gravar entrevista, mas disse que ficou surpreso com o nome de Clebson no contrato social da distribuidora e que não sabe como o nome dele foi parar lá. O proprietário também não reconhece o débito informado pela promotoria.

Os outros sócios da empresa que fica em Queimadas não foram localizados. Já o escritório de advocacia, que funciona no endereço dela, informou que não tem nenhuma relação com o empreendimento e que está no local há muito tempo.

g1

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Rio sobe rapidamente e desabriga famílias no município de Jordão


Alguns bairros do município de Jordão, no interior do Acre, estão foram atingidos pela cheia repentina do rio Jordão e os moradores começam a ser retirados de suas casas. De acordo com informações de moradores, Kaxinawá foi bairro mais tingido pela água.
Sem contar com os serviços da Defesa Civil, os moradores não informaram o nível que o rio atingiu nas últimas horas. Algumas ruas estão submersas. As famílias indígenas da do bairro Kaxinawá estão sendo retiradas. A energia elétrica foi desligada.

ac24HORAS

Lições do 'Atletiba' contra a Globo





O clássico de domingo, 19, entre Atlético-PR e Coritiba (o “Atletiba”) entrará para a história como um capítulo na luta contra o monopólio da Globo no futebol brasileiro. Os clubes negaram o péssimo acordo financeiro proposto pela emissora para transmitir a partida e decidiram exibir o jogo em seus canais no Youtube e Facebook.

Com a torcida nas arquibancadas e os jogadores prontos para o jogo, o inacreditável aconteceu: a Federação Paranaense de Futebol, a pedido da Rede Globo, impediu a transmissão da partida online. Só haveria jogo sem transmissão, em recado da Globo aos clubes “rebeldes”. Como os clubes não recuaram, a federação impediu a partida de acontecer.


Desde o horário das partidas às dez da noite, péssimo para os torcedores trabalhadores e para os próprios jogadores, a campeonatos estaduais inteiros “escondidos” das torcidas. Do financiamento extremamente desigual dos direitos de imagem dos clubes, que inviabiliza o crescimento das equipes menores, à invisibilização do futebol feminino.

A frase “quem paga a banda, escolhe a música” tem sido usada há tempos pelos comentaristas submissos à Globo para justificar esses absurdos das decisões do monopólio. Nesse “Atletiba” ficou muito claro o quanto essa lógica é prejudicial a todos os envolvidos no esporte: não importavam os direitos dos jogadores, dos clubes, nem dos torcedores presentes na Arena da Baixada; não importava o futebol – só o interesse da emissora estava valendo.

Muitos torcedores brasileiros têm questionado o monopólio midiático no futebol, com campanhas como a “Jogo dez da noite, NÃO!”, que chegou a diversos estádios pelo País. No ano passado, a “Gaviões da Fiel” protestou com faixas “Rede Globo, o Corinthians não é seu quintal” e “Jogo às 22h também merece punição”. A novidade agora é o enfrentamento do monopólio pelos próprios clubes.

Combater o monopólio da mídia no futebol é possível, como comprova a experiência argentina. Lá, o programa “Futebol para Todos” e a regulação democrática da comunicação audiovisual (a famosa “Lei de Meios”) reconheceram o direito à audiência dos eventos esportivos pela população e o futebol como patrimônio cultural nacional.

As transmissões passaram a ser realizadas em diversos canais e horários, incluindo a televisão pública, com transmissões online gratuitas em alta qualidade. Além disso, as cotas de TV foram redistribuídas, melhorando a competitividade do campeonato nacional. Infelizmente, esses avanços estão sendo agora atacados pelo governo neoliberal de Maurício Macri.

Pode a internet abalar o poder da Globo?

Os clubes propuseram como alternativa à transmissão televisiva a exibição por suas contas nas plataformas Youtube e Facebook. Mas, se a intenção é fazer frente ao monopólio da Globo, é importante apontar alguns limites dessa transmissão online.

Em primeiro lugar, há uma disparidade de acesso: apenas metade (51%) das residências brasileiras possuem acesso à internet, segundo a pesquisa TIC Domicílios 2015/CGI. Entre os usuários de internet, 31% não possuem acesso à banda larga. A mesma pesquisa revela que 97% dos domicílios brasileiros possuem televisão – com acesso a canais abertos.

Portanto, ainda é muito desigual no Brasil o alcance e o acesso possibilitado pela televisão aberta e pela internet. Essa desigualdade de acesso também se reflete entre as regiões do território brasileiro e nas distintas condições presentes nas cidades.

Outro limite está dado pelas plataformas escolhidas. Youtube e Facebook estão longe de ser plataformas livres. Pertencem a grandes empresas estadunidenses que estão concentrando a produção e circulação de informações nas redes.

Eles são novos “porteiros” digitais, decidindo o que desejam censurar, o que nós podemos visualizar, quais informações terão ou não destaque. Transferir a concentração do controle da informação dos conglomerados da radiodifusão para os conglomerados de internet seria apenas mudar os donos do monopólio.

É preciso pensar políticas que democratizem efetivamente a comunicação, considerando a realidade do território brasileiro. Vale lembrar que a televisão aberta – caso da Globo – é uma concessão pública, que deve atender ao interesse público e cumprir regras previstas em nossa Constituição. 

Para além do futebol

A Globo segue agindo como a péssima “dona da bola” do futebol de rua**. A emissora mandou seu recado: ninguém poderia contrariar uma decisão do monopólio. Desta vez, no entanto, os clubes enfrentaram o canal e deram um exemplo de que é possível dizer não e lutar contra os danos do monopólio ao futebol nacional.

Aos que começaram a perceber os prejuízos do monopólio da Globo ao futebol, é preciso, também, fazer um alerta: os danos de uma mídia monopolizada vão muito além do esporte. Nossos direitos de cidadãos são ignorados ou atacados como os direitos dos torcedores no “Atletiba”.

O controle dos discursos em circulação tem permitido aos monopólios sustentar golpes de estado, invisibilizar e criminalizar movimentos sociais e pautas de direitos humanos, defender políticas danosas aos mais pobres, criminalizar a juventude negra das periferias, entre tantos outros problemas. A diversidade cultural, regional, étnica e sexual presentes em nosso país são tão prejudicadas pelo monopólio quanto o futebol.

Que o “Atletiba” seja o início de uma resistência em defesa do futebol e da comunicação como direitos de todos. Precisamos ampliar essa resistência e o combate ao monopólio midiático, dentro e fora do futebol.

* Em nota, o SporTV se isentou da responsabilidade no episódio de ontem, apesar de evidências de que a partida não ocorreu por conta da tentativa de transmissão via internet, segundo disse o 4º árbitro do jogo.

* André Pasti é doutorando em Geografia Humana na USP, professor do Cotuca/Unicamp e integrante do Coletivo Intervozes.



Por André Pasti, na revista CartaCapital: